quarta-feira, 27 de abril de 2016
IGREJA E A CAIXA DE FERRAMENTAS
Houve uma reunião entre as ferramentas e
começaram a falar sobre as dificuldades nos
relacionamentos entre si. O martelo não
deveria mais continuar na presidência, pois
fazia muito barulho e vivia dando golpes fortes.
O parafuso foi acusado de dar muitas voltas
e não conseguir falar o que era necessário. A
lixa era muito áspera e vivia em atrito com
todos, e o metro achava que era perfeito e
ficava medindo os outros.
Em meio à reunião das ferramentas, entrou o
marceneiro, juntou todas elas e começou a
trabalhar. Bateu com o martelo, mediu com o
metro, lixou com a lixa e fixou os parafusos.
Finalmente, os pedaços de madeira em suas
mãos se tornaram um lindíssimo móvel: liso,
útil e único. Ao terminar o serviço, o
marceneiro tornou a colocar as ferramentas
juntas e saiu.
O serrote, então, disse: ‘Senhores, ficou
demonstrado que todos nós temos defeitos e
virtudes. Entretanto, o marceneiro usa as
nossas habilidades, que às vezes podem não
ser totalmente compreendidas por quem está
ao nosso lado. Não vamos olhar para as
nossas dificuldades ou defeitos, mas para os
nossos pontos fortes e virtudes. Assim, juntos,
seremos usados para que sejam feitas ‘lindas
obras’ pelo nosso mestre’.
Paulo compara a Igreja com o corpo
humano, onde todos têm a sua função e são
importantes à vida em todos os sentidos (1 Co.
12.12-31). Veja como o Senhor tem usado,
com graça, cada um para crescer o Reino de
Deus. Agradeça ao Senhor pela vida de nossos
irmãos e ore para que sejamos unidos de
coração: numa vida em amor e compreensão
mútuos.
Como estará a unidade da Igreja se depender
de você? Extraído Revista Atos
quarta-feira, 13 de abril de 2016
O BRASIL PODE SER OUTRO
O Brasil está sob os olhos de muitos países neste
momento por que passamos em nossa crise
política e econômica. Analistas políticos de
cunho internacional, como o americano Ian
Bremmer, especialista em países emergentes e
presidente do Eurasia Group, uma das maiores
consultorias de risco político do mundo. A fala
destes cientistas políticos aponta para a
obviedade do óbvio, tais como assertivas:
- O retorno de Lula ao governo não vai salvar a
presidente Dilma Rousseff do fim antecipado de
seu mandato.
- A saída de Dilma não deve trazer uma solução
imediata ao Brasil.
- Não há garantias de que a convocação de novas
eleições em uma sociedade extremamente
polarizada produziria um vencedor
suficientemente forte que permita ao país
avançar.
- O Brasil tem provavelmente um futuro
resplandecente, mas este futuro ainda não está
visível.
Segundo Bremmer, a solução para a crise política
no Brasil está em ‘limpar a casa’, algo também
tão óbvio, que até mesmo chega a ser paródia do
que nos fala dia após dia o âncora Bóris Cazóy: ‘É
preciso passar o Brasil a limpo’.
A grande questão que paira, e que os cientistas
políticos não conseguem decifrar é que a base
do problema não está na política, não está nos
palácios do governo ou demais mecanismos de
fácil acesso, mas como afirma a Escritura
Sagrada: o mal está no coração do homem
(Mc. 7.20-23).
‘Passar o Brasil a limpo’ é um processo que
nunca se dará in totum (na totalidade); pois só
seria possível com a conversão década cidadão
ao evangelho de nosso Senhor Jesus.
Faça a sua parte: Evangelize!
Rev. Emiliano
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