terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE


Temos um jovem de nosso presbitério que precisa de reposição de sangue continuamente. A Fed/UPH promoverá a semana de doação em prol do Owairan 22 a 27/02. Aguarde novas informações e participe.



Vigílias 2016


1º ENCONTRÃO DE PGs

A New Poster

Estudos nas Quartas


FUNDAMENTOS DESTRUÍDOS

‘Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?’ (Sl. 11:3) Os historiadores dizem que o império romano só caiu nas mãos dos bárbaros porque já estava podre por dentro. O pecado é o opróbrio das nações. Uma nação não pode ser forte se destrói seus próprios fundamentos. Davi estava encurralado por terríveis inimigos. O escape parecia impossível. Os mais apressados diziam que o melhor era fugir para livrar-se das flechas, disparadas às ocultas contra o coração dos justos. O que fazer quando os fundamentos são destruídos? O que fazer quando os valores morais estão sendo tripudiados? O que fazer quando as autoridades constituídas, em vez de promover o bem e coibir o mal, promovem o mal e amordaçam o bem? O que fazer quando leis injustas e até imorais são criadas para conspirar contra valores que devem governar a família e a nação? Mesmo com a situação caótica, em vez de fugir covardemente, Davi reconheceu que Deus está no seu templo, assentado no trono, sondando os filhos dos homens, para derramar seu juízo sobre os ímpios e conduzir a glória dos justos. As crises da terra não abalam o trono de Deus. Mesmo quando as coisas parecem fora de controle, Deus continua no controle. Ainda que os fundamentos sejam destruídos, os justos não perecerão, mas contemplarão a face do Senhor. Os ímpios sofrerão a justa punição do seu erro, mas aqueles que confiam em Deus jamais serão abalados. 
Rev. Hernandes Dias Lopes

Nota de Falecimento


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O LUGAR DO CARNAVAL NA HISTÓRIA

O Carnaval imita o paganismo do culto a Isis, cerca de 4.000 a.C., a festa ao deus Dionísio em 600 a.C., e ainda à festa ao deus Baco, chamadas bacanais. Em 590 d.C., o papa Gregório incorporou o Carnaval ao calendário cristão. A Quaresma é um período de quarenta dias de jejum e santificação entre a quartafeira de cinzas e a páscoa, e o Carnaval foi oficializado como a festa que se realiza antes da Quaresma. No período seguinte, o católico não poderia comer carne, tudo seria consumido nos dias antecedentes. Era uma espécie de “despedida da carne”. Em latim, a festa era chamada “carne vale”, que significa “adeus à carne”. As pessoas se entregavam também à liberação geral dos costumes, com todo tipo de pecados, inclusive sexuais. Na Quarta-Feira de Cinzas, os fiéis iam à igreja, recebiam um pouco de cinza na testa, enquanto ouviam o padre dizer em latim: “Memento homo, quia pulvis es, et in pulverem reverteris” (Lembra-te homem, que tu és pó e ao pó voltarás). Com o tempo, jogos, brincadeiras, músicas, danças, fantasias, uso de máscaras e carros alegóricos foram acrescentados à festa. Em Portugal, a festa recebeu o nome de estrudo, onde as pessoas de boa condição financeira jogavam água com perfume umas nas outras. O Carnaval chegou ao Brasil no século 16, e os festejos foram incrementados com o samba, o frevo, o maracatu e, recentemente, com o axé e o funk. O Brasil o abraçou e o adotou de tal forma, que hoje é conhecido como “o país do Carnaval”. O Carnaval passou por mudanças, sim, mas apenas em seus aspectos externo, sendo interessante, como diversão, alegria, beleza e arte. Apesar disto, não significa que vamos participar dele, pois apesar da embalagem maravilhosa, o conteúdo do Carnaval é podre e pecaminoso. Não podemos nos esquecer que, por trás da realidade natural, está a realidade espiritual, onde demônios atuam de forma intensa, conforme pode ser conferido até mesmo em depoimentos de pessoas envolvidas com os cultos afro-brasileiros. O Carnaval é uma festa imprópria para o cristão. Nossa alegria não depende de festas. Em Cristo está o nosso prazer e a nossa alegria, que não termina na Quarta-Feira de Cinzas, mas continua para sempre. Rev. Emiliano